Mas dá pra ler em menos tempo.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O exame de motorista (Parte IV) - O CFC

Cara, se você não sofreu o suficiente na escola. O CFC chega surpreendendo. A parada é bizarra. Todos numa salinha mediocre, ouvindo o professor mais zé ruela da america latina, com a matéria mais fácil de ser esquecida. Tipo mecânica do carro. Tenha dó. Não lembro nem mais o nome das bibocas.
Meu professor era uma figuraça. Conseguia se achar a ultima chocolicia, mas ao mesmo tempo tinha baixa auto estima. Um verdadeiro prato cheio para a psicanalise.
O mais engraçado é que uma das alunas, advogada, sempre apontava erros no discurso do cara. Ele ficava perguntando " é isso não é?" e ela " não". Só tapa na beiça.
O brother parecia aquele rato, o mestre das tartarugas nijas. Mestre Splinter. Fazia uma duplinha infernal com a madame anticristo (texto III). Ele falava coisas inuteis e ela contava histórias medonhas para concordar.
Sempre que a gente ria, ele ficava todo desconfortável e queria saber o que era. Achava sempre que era o motivo da piada. Muitas vezes era mesmo.
O pior de tudo é temos que ficar plantados naquela tortura mental por 500 horas pra responder um questionário para idiotas. " Se o passageiro está fazendo muito barulho você deve: a. Chamar a policia e mandar levá-lo para a delegacia" (Baseado em fatos reais).

Bom. De qualquer maneira, não foi tão sofrido. Fiz alguns amigos, com os quais nunca mais troquei uma sílaba, assisti videos do Pateta no trânsito, e fui pra prova teórica bem preparado. Não pelo professor, claro, pelos simulados.
Ah lembrei do nome de uma parada: Pistão. Acho que era isso daí. Pistão. Agora deixa eu lembrar pra que serve...



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